Ano 2016 - Volume 38, Número 1001


Título
Reação e integração tecidual de esferas de acrilonitrila butadieno estireno e poliamida em subcutâneo de ratos, 38(Supl.1):93-98
Autores

Resumo
RESUMO. Gomes Junior D.C., Nassar E.J., Dórea Neto F.A., Estrela-Lima A, Honsho C. dos S., Martins Filho E. & Oriá A.P. Tissue reaction and integration of polyamide and acrylonitrile-butadiene-styrene spheres in rat subcutaneous tissue. [Reação e integração tecidual de esferas de acrilonitrila butadieno estireno e poliamida em subcutâneo de ratos.] Revista Brasileira de Medicina Veterinária, 38(Supl.1):93-98, 2016. Programa de Pós-Graduação em Ciência Animal nos Trópicos, Universidade Federal da Bahia, Av. Ademar de Barros, 500, Ondina, Salvador, BA 40170-110, Brasil. E-mail: arianneoria@ufba.br

Foi investigado a reação tecidual e infiltração da poliamida e da acrilonitrila butadieno estireno (ABS) elaborados por prototipagem rápida. Para tanto, foram criados três grupos com seis ratos Wistar cada: no G1 os animais receberam implantes de ABS; no G2 os animais receberam implantes de poliamida; no grupo controle os animais receberam implantes de polimetilmetacrilato. Os implantes foram inseridos no subcutâneo da região torácica dorsal e os animais foram eutanasiados 60 dias após a inserção dos implantes para avaliação da reação e integração tecidual. As esferas foram seccionadas para avaliação macroscópica da infiltração tecidual e fragmentos da cápsula foram coletados para avaliação histopatológica. Na avaliação macroscópica, em todas as amostras foi observado presença de cápsula tecidual intensamente aderida aos implantes no G1, moderadamente aderida aos implantes no G2 e discretamente aderida aos implantes do grupo controle. Os fragmentos colhidos do G1 e G2 apresentaram aspectos histológicos semelhantes, entretanto a reação inflamatória observada nos animais do G1 foi mais discreta. Indícios de infecção ou reação de corpo estranho não foram observados em nenhum dos fragmentos de todos os grupos. Macroscopicamente foi observada infiltração tecidual no G1 e G2. Os resultados encontrados demonstram que os implantes foram bem tolerados e permitiram a integração tecidual.
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